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  + LENDAS E TRADIÇÕES
Reza a lenda que a povoação ter-se-á chamado Vila Verde, devido ao seu aspeto verdejante e alegre, até que uma epidemia terá dizimado os habitantes. Dessa mortandade surgiria, ainda segundo a tradição popular, o nome de "Mortede" (S. Martinho de Mortede).
As tradições de um povo são manifestações salutares que conservam o sabor genuíno das gentes. Em Murtede, as festas e romarias, pertencentes à mais pura tradição, são manifestações de alegria e culto.
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Jogo do Galo
Neste jogo participam duas pessoas, uma deve ter três pauzinhos, e outras três pedrinhas. No solo ou em papel faz-se um quadrado com nove espaços. Os participantes jogam à vez, colocando um pau, ou uma pedra, dentro de um dos espaços. O objetivo do jogo é encarreirar os três pauzinhos ou as três pedrinhas.
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Mastro Ensebado
Num terreno amplo coloca-se ao alto um pau com três ou quatro metros de altura, previamente ensebados. Os participantes terão que subir para tentar apanhar o prémio que se encontra no topo, geralmente uma peixota de bacalhau.
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Jogo da Malha
O jogo da malha necessita de 4 malhas (uma peça redonda) de ferro de 15 cm de diâmetro e 3 a 4 mm de espessura e 2 pinos (uma peça cilíndrica) de 20 cm de altura e 4 a 5 cm de secção. Nele participam duas equipas compostas por dois elementos cada uma.
Num terreno amplo, colocam-se de pé dois pinos a uma distância que varia entre 15 a 18 metro. Atrás de cada pino, fica um elemento de cada equipa. Estes procuram derrubar o pino, lançando alternadamente as duas malhas que cada um possui.
Por cada derrube conseguindo, a pontuação de 6 pontos, pontuando ainda 3 pontos a equipa da malha que ficar mais próxima do pino, após o final de cada jogada.
O jogo termina quando uma equipa atinge 30 pontos. Uma partida pode ser composta por três jogos, devendo a equipa vencedora ganhar pelo menos dois.
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Jogo da Argola
Num terreno amplo coloca-se ao alto um pino. Os concorrentes, organizados por equipas, tentam acertar de longe com o maior número de argolas no pino. Ganha a equipa com mais argolas metidas.





pedro alexandre amaro jesus
É com todo\r\no respeito que aqui vos exponho a minha critica referente  á \r\nSinalização e intervenções, Murtede  em especial na Rua da Portela,  junto ao campo de futebol , onde  foi implementado um espelho , que a meu ver,\r\nveio reforçar sim a segurança dos condutores que ao fim de terem  uma “estrada nova” passão  a uma velocidade excessiva por esta mesma\r\nrua. \r\n\r\nConsiderando\r\no risco condutor/moradores , a meu ver, seria preferível uma lomba, visto que a\r\nestrada é aliciante para quem gosta de “meter o pé no acelerador” e se esquece\r\nque existem pessoas das quais crianças, que residem nesse mesmo lugar. Com os\r\nmelhores cumprimentos Pedro Jesus.


Maria Celeste Fernandes Cordeiro Silva
Tudo o que me remete para a minha naturalidade é sempre acolhido com grande entusiasmo pelo que fico contente por existir este espaço.\r\nQuero notar que a emigração não aparece evidenciada e penso que teve um grande impacto na economia local.\r\noutros dos aspetos que penso deve ser reforçado é a propria natureza.\r\npor fim a linha, já extinta, de comboio que penso ter sido também ao longo das décadas um importante meio de deslocação quer em direção a Coimbra - capital de distrito quer em direção á Figueira da Foz.\r\n \r\nJá me estava a esquecer....sempre que queriam gozar comigo quando era mais jovem referiam o fato de ser da "terra da ciência", os colegas de Sepins é que tinham muito essa mania. Questiono-me se essa ideia não é mais antiga do que o que pode transparecer (achava que estava relacionado com o inicio do séc. XX e a frequência da universidade por vários habitantes da freguesia) mas se nos remetermos para os dados históricos (já fomos dependentes de Sepins) talvez esta picardia seja mais antiga.\r\n \r\nSinto muitas saudades da minha terra! Um abraço a todos



 
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